Terapia na garagem é com a ATR

Associação Terapêutica do Ruído & Um ao Molhe apresentam:
ATR @ RDA XVI – Jantar-Concerto

sáb. 28 Mar. a partir das 20h – Herra Mäkikuisma (fi) + LASERS (pt) + Blac Koyote (pt) @ RDA69 (Regueirão dos Anjos, 69 – entrada livre! – jantar: 3 euros)
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O Um ao Molhe é o primeiro festival nacional itinerante dedicado a one-man-bands. Com vários artistas e paragens confirmadas, deixou tudo para trás e fez-se à estrada.
Este festival é uma iniciativa do colectivo Antes Cowboy que Toureiro e tem como objectivo promover uma amostra do que de melhor se tem feito ao nível de bandas de um homem só em Portugal e criar um circuito sólido para o crescente número de músicos emergentes.
O festival arrancou no dia 6 de Fevereiro no Funchal, tendo já passado também pelo Porto, Vale de Cambra, Guimarães, Aveiro, Vila Real, Oliveira de Azeméis, Viana do Castelo, Braga e Monção. E a próxima paragem é na residência mensal da ATR no RDA69!

«Herra Mäkikuisma é um cantautor finlandês de folk/rock que ainda não é muito velho.
Depois de ter feito parte de várias bandas e projectos musicais, enveredou por outras viagens e hoje em dia toca a solo. As suas canções falam de longas caminhadas solitárias, migalhas da natureza e possíveis cenários para a salvação.
Regressa a Portugal (e ao RDA69) depois da memorável digressão com que nos presenteou no início do ano passado.»

«LASERS é o projecto de Electrónica/Beats do portuense João Lobato, caracterizado pelo uso marcado de micro-sampling, batidas fortes e linhas etéreas de sintetizadores.
João Lobato parece ter sempre a beleza do seu lado. Ouça-se o EP homónimo editado em 2012 pela Bad Panda Records: Lobato pega em samples, linhas de sintetizadores e batidas fragmentadas de dubstep, hip-hop e outros estilos, suavizando-os e fazendo-os deslizar em mantos de electrónica orgânica e luzidia, com melodias afectivas que fazem lembrar Gold Panda, Shigeto ou Toro y Moi (sim, há ali traços de chillwave). É musica de uma serenidade majestosa, muito sensorial e visual – a fotografia analógica é, aliás, um hobbie seu.
Os seus Live-Sets são uma extensão disso: “O objectivo é envolver o público numa experiência multi-sensorial com vídeos abstractos, com muita cor e movimento que interagem com o que se passa na música”. Depois de 3 anos a viver na Holanda, volta a Portugal em 2013 onde tem vindo a tocar em varias casas e eventos como Casa da Música, Maus Hábitos, Café au Lait, Armazém do Chá, Gare, Village Underground Lisboa, D’Bandada, etc. Ao vivo faz-se acompanhar de visuais dinâmicos que funcionam como feedback da performance musical.»

«Blac Koyote é o nome do projecto a solo do português José Alberto Gomes, que surgiu com o intuito de explorar o universo da electrónica e todos os seus envolventes sonoros. Lançou, em 2011, o seu primeiro longa duração homónimo e já colaborou pontualmente com diversos projectos tais como Sensible Soccers e la la la ressonance, contribuindo tambem para a criação de bandas sonoras para cinema e teatro. Em Maio de 2014, depois de dois anos em desenvolvimento, apresentou a sua mais recente criação “Quiet Ensemble” (numa tiragem numerada de apenas 100 cópias). Um disco onde explora o subconsciente da nossa mente, entre ambientes profundos e minimalistas. Ao vivo Blac Koyote transforma-se num colectivo variável que inclui invariavelmente o trabalho de vídeo e uma forte componente multimédia.»

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